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Felicidade: 3 Mitos que todo mundo deveria parar de acreditar

Felicidade: 3 Mitos que todo mundo deveria parar de acreditar
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Escrito por Marta Leite

Nós estamos em uma constante busca pela nossa felicidade. E a maior parte de nós acredita que só a alcançará obtendo conquistas ou em determinadas circunstâncias. Isto um mito!

Quem de nós, na nossa busca pela felicidade, já não pensou para si mesmo: “Eu vou finalmente ser feliz quando eu estiver casado”. Ou “Se eu conseguir esse emprego, eu finalmente me sentirei totalmente realizado”. Ou talvez você se relaciona mais para o lado oposto da moeda: “Eu nunca vou ser feliz agora que eu tenho este diagnóstico médico”. Ou “Eu não posso ser feliz quando eu estou lutando para pagar minhas contas”.

Pesquisas psicológicas revelaram duas conclusões importantes quando se trata destas crenças. Coisas que pensamos que nos farão felizes nunca fazem-nos felizes por tanto tempo quanto nós pensamos que elas farão. Por outro lado, eventos negativos da vida e desafios não têm como suportar um impacto sobre a nossa felicidade. Pelo menos não tanto quanto nós acreditávamos que eles iriam.

Para tirar o seu cérebro do piloto automático quando se trata de suas crenças sobre o que vai – ou não – te fazer feliz, Sonja Lyubomirsky, Ph.D. compartilha 3 lições valiosas de seu livro, The Myths of Happiness: What Should Make You Happy, but Doesn’t, What Shouldn’t Make You Happy, but Does. ( Os Mitos da Felicidade: O Que Deveria Fazer Você Feliz, Mas Não Faz. O Que Não Deveria Fazer Feliz, Mas Faz – em tradução livre).

Felicidade Mito # 1: Eu não serei feliz até eu conseguir uma promoção ou conseguir o meu “trabalho dos sonhos”.

Pense de volta para o momento em que você foi contratado em seu trabalho atual. Você provavelmente sentiu um grande impulso de bem-estar, e você estava animado com as oportunidades e desafios do seu novo papel. Infelizmente, a emoção que sentimos acontece cada vez menos à medida que as nossas mentes se deparam com os inúmeros problemas. Assim também é  com os altos e baixos e distrações diárias da vida. Começamos a sentir que nossas experiências de trabalhos novos e estimulantes têm simplesmente tornado-se o nosso “novo normal”.

Uma maneira de evitar desvalorizar o seu trabalho atual é lembrar-se como funcionava sua vida no seu trabalho anterior(menos satisfatório). Se você recebia menos, pode começar por tentar durante uma semana limitar seus gastos para adequá-los aos seus hábitos anteriores. Ou se você costumava ter colegas hostis, almoce sozinho de vez em quando.

Tal re-experimentar vai encorajá-lo a apreciar seu trabalho atual e obter mais prazer simplesmente transportando-se mentalmente para os (menos afortunados) tempos passados. E lembre-se, um “trabalho de sonho” não é necessariamente o melhor ponto de referência. O fato é que nós tendemos a criar um trabalho de fantasia em nossas mentes de algo que realmente não existe.

Felicidade Mito 2: Eu vou levar uma vida solitária triste porque eu sou solteiro.

Imaginando uma vida solitária, sentada perto da janela com apenas o gato para lhe fazer companhia? Apague essa imagem de sua mente! Pessoas que permanecem solteiras todas as suas vidas extraem valor e propósito de outras fontes em suas vidas. De amigos, irmãos, membros da família, comunidades, empregos, ou dedicação a uma grande causa.

Na verdade, a pesquisa constatou que em relação aos seus pares casados (ou uma vez casados), pessoas solteiras tendem a estar mais próximas com seus irmãos, primos e sobrinhos… E elas continuam a desenvolver novas amizades à medida que envelhecem, bem como ficar em melhor contato com os amigos. A investigação descobriu que as mulheres mais velhas que sempre estiveram solteiras normalmente têm até uma dúzia de importantes e significativas amizades que elas têm mantido por décadas.

Felicidade Mito # 3: Eu não posso ser feliz quando…

… Eu nunca vou ser magro.

… Eu nunca vou ter filhos.

… Eu nunca vou ser um médico ou um astronauta.

Todos nós temos sonhos que temos acalentado desde os primeiros anos de nossas vidas. Mas, muitas vezes, temos suposições erradas sobre se nós ainda poderemos ser felizes, apesar de não alcançarmos esses sonhos. Psicólogos argumentam que, para sermos verdadeiramente libertados de arrependimentos, precisamos nos libertar dos nossos “eus perdidos possíveis” – o eu neurocirurgião, o eu avô, o eu proprietário de pequenas empresas. Para fazer isso, precisamos refletir sobre nossas promessas perdidas para ganhar uma nova perspectiva. Isso por sua vez permite-nos entender melhor a nós mesmos e as nossas vidas. E também a definir novas prioridades e imaginar novos futuros para nós mesmos.

Pode levar algum tempo para deixar um “eu possível perdido”. Mas você pode usar um diário para descrever os fatos sobre suas experiências. Bem como seus pensamentos ou sentimentos sobre elas. Você pode criar listas de prós e contras do que aconteceu ou do que poderia ter acontecido. Ou você poderia imaginar – ou desenhar – um mapa vida de datas, locais, objetivos e situações. Quando um objetivo particular torna-se insustentável, então você pode se referir a esse mapa e se perguntar: “Como cheguei aqui?” e mais importante: “Onde estou indo?”. Esse é o próximo passo crítico: seguir em frente, comprometendo-nos com novas atividades, e as possibilidades excitantes que temos pela frente.


Este texto é traduzido do original The Pursuit of Happiness: 3 Myths Everyone Should Stop Believing de Sonja Lyubomirsky, Ph.D para o site Happify. Ela é professora de Psicologia na Universidade da Califórnia e autora de diversos livros. Sendo o últimoThe Myths of Happiness: What Should Make You Happy, but Doesn’t, What Shouldn’t Make You Happy, but Does.


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Sobre o autor

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Marta Leite

Life and Business Coach - Harmonia Pessoal

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